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Empreendedorismo

10 dicas para empreender na cultura

10 dicas para empreender na cultura

Planejamento, organização e conhecimento são pontos fundamentais para o sucesso no setor cultural.

1 – Planeje as ações

O ciclo da produção cultural demanda tempo, desde a ideia até a viabilização do projeto temos que passar por várias fases. O ideal é trabalhar com antecedência para que todas as fases sejam bem executadas e se tornem viáveis. Faça um plano anual com os projetos que serão desenvolvidos.

2 – Faça um bom projeto

Na elaboração do projeto, apresente a imagem da instituição com credibilidade e escolha três motivos principais que provam a viabilidade do projeto. Informe, no mínimo, a estrutura básica de um projeto:

  • apresentação (o que),
  • justificativa (porque),
  • objetivo (para que),
  • metodologia/estratégia (como),
  • recursos (com que e com quem) e,
  • orçamento (quanto).

É importante que na elaboração do projeto seja previsto o formato de prestação de contas aos parceiros e investidores.

3 – Tenha acesso às leis de incentivo

Os enquadramentos de projetos nas leis de incentivo culturais, municipais, estaduais e federais facilitam a captação de recursos, com o patrocínio das empresas. Muitos editais de empresas exigem que o projeto esteja enquadrado nas leis de incentivo.

4 – Esteja sempre bem informado

Faça parte das redes de informação cultural. Por meio de boletins tem-se acesso aos editais e financiamentos do setor cultural.

5 – Prospecte patrocínios culturais

Antes de apresentar um projeto à empresa, procure conhecê-la antecipadamente, informe-se sobre as ações culturais desenvolvidas e os tipos de projetos por ela patrocinados. Quanto mais a proposta se identificar com esse perfil, mais chance terá de ser patrocinada.

Apresente com clareza os retornos gerados pela realização do projeto. Após a realização, apresente um relatório detalhado sobre a execução, público atingido, repercussão, publicidade e tudo o que foi gerado de mídia espontânea, com o intuito de sedimentar a credibilidade e criar um canal para futuros apoios.

6 – Dimensione o local da ação cultural

O produtor cultural deve conhecer o local do evento com antecedência, vendo suas condições para projetar as necessidades. O produtor é responsável por todos os acidentes que eventualmente ocorram nas dependências onde se realiza o evento, de forma que responderá civil e criminalmente na hipótese de dano ou morte de qualquer pessoa do público ou mesmo contratado por terceiros.

7 – Conheça as normas do setor

Os shows musicais são liberados pelo Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais (Ecad). É aconselhável procurar com antecedência o órgão, que tem poderes legais para impedir a realização de um show. Os textos teatrais deverão ser autorizados pela Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT).

É um direito do autor permitir a montagem da sua obra e receber por ela. Eventos que interfiram na vida da cidade devem solicitar autorização e apoio dos órgãos públicos. A relação estabelecida entre o público e o produtor cultural é regida pelo Código de Defesa do Consumidor.

8 – Exercite a cooperação

Na cultura não se trabalha sozinho. Ter uma rede de contatos e um grupo de trabalho é importante para o sucesso do projeto. Faça uma agenda de contatos com telefone e e-mail de todas as empresas, artistas e produtores do meio cultural. Em muitos momentos você terá que recorrer a ela.

A integração da equipe é fator importante para o sucesso da ação cultural. Por isso, realizar reuniões sistemáticas para troca de informações é fundamental.

9 – Crie seu kit produtor e seu check list

O kit produtor é importante para evitar surpresa no evento. O produtor deverá criar sua check list, um passo a passo das necessidades do evento. Quanto mais rica a check list, menos possibilidade tem de esquecer alguma coisa importante.

10 – Atualize-se sempre

As mudanças ocorrem cada vez mais rápido, surgem novas tecnologias, o que se tinha como certo hoje, amanhã poderá ser diferente. Participe de cursos, seminários, oficinas, assine revistas, jornais do setor.

Fonte: Sebrae/BA

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